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	<title>egoCheese, brian barbutti</title>
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	<description>Blog de Brian Barbutti - marketing, design, cinema, propaganda e tecnologia</description>
	<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 11:38:47 +0000</pubDate>
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		<title>Nós despedimos clientes</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 11:38:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Brian Barbutti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Business]]></category>

		<category><![CDATA[Entermotion]]></category>

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		<description><![CDATA[Na Entermotion, nós despedimos clientes. Não por fetiche, mas pela felicidade de quem trabalha na agência. A decisão não vem de cima, vem em conjunto. Sempre que um de nós sente que o cliente está passando dos limites e enchendo o saco demais, é hora de conversar sobre as possibilidades de mandá-lo procurar outra agência.
Mandamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://egocheese.com/images/entermotion-window.jpg" alt="Entermotion" class="floatLeft" />Na <a href="http://entermotion.com/">Entermotion</a>, nós despedimos clientes. Não por fetiche, mas pela felicidade de quem trabalha na agência. A decisão não vem de cima, vem em conjunto. Sempre que um de nós sente que o cliente está passando dos limites e enchendo o saco demais, é hora de conversar sobre as possibilidades de mandá-lo procurar outra agência.</p>
<p>Mandamos embora clientes grandes, se for necessário. Na verdade, há uns 5 meses nós mandamos embora o nosso maior cliente. Ele estava conosco há 3 ou 4 anos, e era uma máquina de nos trazer novos jobs. Passou dos limites diversas vezes e sempre exagerava nos pedidos de alteração. Transformou-se em um grande incômodo na vida de todos e acabou no olho da rua. Eu não conseguiria descrever o alívio se tentasse.</p>
<p>Não fazemos isso constantemente porque nossos clientes têm bom senso suficiente. Talvez porque nós os educamos a ser assim. Dizemos &#8220;não&#8221; a diversos pedidos de alteração, e cobramos adicionais sempre que o pedido é fora do que julgamos justo. Sabemos que muitos concorrentes não fazem isso e abrem as pernas para todas as vontades de clientes.</p>
<p>No fim das contas, acho que é só uma diferença de objetivo. Por aqui, o objetivo é ser uma empresa feliz fazendo coisas excelentes. Piegas, mas o dinheiro é conseqüência.</p>
<p>Ah, <a href="http://authenticjobs.com/jobs/3013/">estamos contratando</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A história se repete, etc.</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 03:28:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Brian Barbutti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Avulso]]></category>

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		<description><![CDATA[Não tenho conhecimento técnico suficiente para falar algo inteligente ou novo sobre a crise financeira que está rolando por aí, mas uma coisa me chamou a atenção nesses últimos dias. Não tem muito a ver com a crise em si, mas com algo maior, provavelmente da natureza da nossa civilização.
É impressionante como algumas ideologias fascinam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não tenho conhecimento técnico suficiente para falar algo inteligente ou novo sobre a crise financeira que está rolando por aí, mas uma coisa me chamou a atenção nesses últimos dias. Não tem muito a ver com a crise em si, mas com algo maior, provavelmente da natureza da nossa civilização.</p>
<p>É impressionante como algumas ideologias fascinam governos, instituições e pessoas e as fazem acreditar que algo está lindo e perfeito até o ponto em que é tarde demais e a coisa toda já bateu no ventilador – <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wall_Street_Crash_of_1929#Economic_fundamentals">em 1929 foi parecido</a>.</p>
<p>Anos antes da Segunda Guerra Mundial, a Europa e o mundo – tomados por esperanças ingênuas de um pacifismo diplomático – <a href="http://www.historylearningsite.co.uk/germany_and_rearmament.htm">ficaram olhando Hitler reconstruir a máquina de guerra da Alemanha</a>, mesmo quando Mein Kampf já denunciava as reais intenções.</p>
<p>Talvez seja porque nosso <em>default</em> é ser reativo e não pró-ativo, e nós só conseguimos ver o muro quando ele está perto demais.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>E os preços do iPhone no Brasil…</title>
		<link>http://www.egocheese.com/archives/2008/09/26/e-os-precos-do-iphone-no-brasil%e2%80%a6/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 15:27:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Brian Barbutti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Apple]]></category>

		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Os preços do iPhone 3G estão bem altos na Vivo e na Claro – provavelmente os mais altos do mundo. 
Já vi essas história antes…
As duas operadoras estão aproveitando o hype e o desespero de muita gente em ter o aparelho, do mesmo jeito que a Apple fez nos Estados Unidos – lembra que ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os preços do iPhone 3G estão bem altos na <a href="http://macmagazine.com.br/blog/2008/09/26/lancamento-do-iphone-pela-vivo-poe-fim-ao-disse-que-disse/">Vivo</a> e na <a href="http://macmagazine.com.br/blog/2008/09/25/revelados-os-precos-do-iphone-3g-pela-claro-locais-comercializacao/">Claro</a> – provavelmente os mais altos do mundo. </p>
<p>Já vi essas história antes…</p>
<p>As duas operadoras estão aproveitando o hype e o desespero de muita gente em ter o aparelho, do mesmo jeito que a Apple fez nos Estados Unidos – lembra que ele começou custando US$ 599? </p>
<p>Daqui uns meses, as coisas vão ficar mais acessíveis; especialmente na Claro, se ela quer realmente usar o aparelho como um dos carros-chefe para ultrapassar a Vivo e ser a maior do país. </p>
<p>Mas claro que quem comprar agora não vai ter <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/History_of_the_iPhone#Price_drop_outcry">dinheiro de volta depois</a>…</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Microsoft quer ser a Apple quando crescer. Mas… ahn!?</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 13:30:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Brian Barbutti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Apple]]></category>

		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>

		<category><![CDATA[Propaganda]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você não vive em uma bolha, já viu os comerciais da campanha nova da Microsoft, I&#8217;m a PC (qualquer coisa, tem no Brainstorm #9). Foram ao ar na quinta passada, eu tentei escrever um post na sexta mas não consegui. Desde lá, briguei comigo mesmo sobre um veredicto final. Passei algum tempo achando que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você não vive em uma bolha, já viu os comerciais da campanha nova da Microsoft, I&#8217;m a PC (qualquer coisa, <a href="http://www.brainstorm9.com.br/2008/09/18/microsoft-windows-im-a-pc/">tem no Brainstorm #9</a>). Foram ao ar na quinta passada, eu tentei escrever um post na sexta mas não consegui. Desde lá, briguei comigo mesmo sobre um veredicto final. Passei algum tempo achando que a campanha era genial, mas finalmente cheguei à conclusão de que ela é só estúpida e desnecessária.</p>
<div class="center"><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/kkZdkHylJ3w&#038;hl=en&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/kkZdkHylJ3w&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object>
</p>
</div>
<h3>Ofendidos</h3>
<p>Uma regra básica ensinada nas aulas de estratégia de propaganda é que, se você é líder de mercado, nunca deve fazer comparações ou sequer mencionar o concorrente em sua comunicação. O negócio é ignorar que ele existe e fazer o máximo para se distanciar. A idéia básica é simples; para que lembrar seu consumidor que existe uma outra opção? É por isso que a Coca-cola não menciona a Pepsi, a Skol não menciona a Itaipava, etc.</p>
<p>A campanha da Microsoft não menciona diretamente a Apple, mas as referências são gritantes e óbvias à <a href="http://www.apple.com/getamac/ads/">I&#8217;m a Mac</a> da Apple.</p>
<p>Começando com o PC (sim, aquele da campanha da Apple) falando &#8220;Oi, eu sou um PC e me transformaram em um estereótipo&#8221;, a campanha soa como um choramingo de uma empresa (e dos 1% de usuários do Windows que amam o sistema operacional) que se sentiu ofendida de alguma maneira com a Apple. Mas para o público médio que vai ser atingido pela campanha, ela serve para lembrá-lo do I&#8217;m a Mac, que era pelo menos irreverente e não pedante.</p>
<h3>Ofendidos e/ou com inveja</h3>
<p>A Apple e a Microsoft são empresas totalmente diferentes, focadas em públicos diferentes e com estratégias diferentes. A Microsoft foi construída desde o começo – para o bem e para o mal – para levar computadores para o usuário médio, para as grandes corporações e para 90% do mundo. Do ponto de vista da estratégia, ela fez e faz isso magistralmente, tanto que controla um dos monopólios mais lucrativos do mundo. Então para que ficar ofendida? O Vista, apesar de ter uma qualidade duvidável, ainda assim levou resultados recordes para a Microsoft nos últimos quartos. E daqui 1 ou 2 anos, estará sem dúvida em todos os PCs do mundo.</p>
<p>O share da Apple pode estar crescendo nos últimos anos, mas ainda é muito pequeno. A estrutura da Apple não é voltada para tomar 50% do mercado e acho que a marca sofreria se isso acontecesse; afinal, quem usa um Mac quer se sentir diferente (Think Different, lembra?).</p>
<p>Então talvez eles tenham inveja do hype da Apple. Inveja porque o Microsoft Zune não consegue competir com o iPod, ou então porque o sonho de consumo de milhões pelo mundo é um iPhone e não um celular que roda o Windows Mobile.</p>
<h3>Tá, e aí?</h3>
<p>Mas na realidade, a principal mensagem do I&#8217;m a PC é de que todo mundo usa um PC. Desde um barbudo estranho até um mergulhador que nada com tubarões; 1 bilhão de pessoas conectadas pelo mundo. Tá. Legal. E daí? Até minha mãe sabe disso, que o Windows é o normal, o comum, o commodity. Todo mundo sabe que todo mundo usa.</p>
<p>E é exatamente essa a mensagem da campanha da Apple, que o PC é o comum que o usuário está acostumado (e muitas vezes irritado) e que o Mac é o especial, o diferente. Então além de relembrar o consumidor de seu concorrente com 5% de market share, a Microsoft ainda passa a mesma mensagem da campanha do concorrente.</p>
<p>Por essas e outras que eu achei a campanha estúpida.</p>
<h3>É uma questão de orgulho</h3>
<p>O que a Microsoft precisava era parar de ter inveja da Apple e ter orgulho dela mesma. Orgulho de ter um negócio sólido, fechado e lucrativo. De controlar o canal, de poder cobrar R$ 1000 por uma cópia do Windows. O Mac OS X está longe de ser uma ameaça real e eu acho que nunca vai ser.</p>
<p>Faria mais sentido fazer uma campanha cutucando o Google&#8230; ele sim vai ser uma ameaça de verdade daqui uns anos. <a href="http://techbits.com.br/o-sistema-operacional-e-um-acessorio-do-chrome/">O Chrome é só o começo</a>.</p>
<p>PS: uma mensagem mais sutil da campanha é também que a Microsoft insiste em copiar a Apple em tudo que ela faz&#8230;</p>
<p>PPS: <a href="http://sethgodin.typepad.com/seths_blog/2008/09/what-advertisin.html">Seth Godin</a> e <a href="http://www.kottke.org/08/09/the-new-microsoft-ads">Kottke</a> têm bons comentários.</p>
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		<title>Em breve, InterCon 2008</title>
		<link>http://www.egocheese.com/archives/2008/07/28/em-breve-intercon-2008/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 00:54:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Brian Barbutti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Estarei em mais um edição do InterCon, no dia 25 de Outubro. Se você faz parte do mercado web, não tem como faltar. Grandes caras estarão por lá:

Stelleo Tolda - Presidente do Mercado Livre 
Mentor Muniz Neto - VP de Criação da Bullet
Manoel Lemos - Sócio-Fundador da WebCo.
Ricardo Cavallini
Sergio Mugnaini - Diretor de Criação da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estarei em <a href="http://imasters.uol.com.br/intercon/2008/">mais um edição do InterCon</a>, no dia 25 de Outubro. Se você faz parte do mercado web, não tem como faltar. Grandes caras estarão por lá:</p>
<ul>
<li>Stelleo Tolda - Presidente do Mercado Livre </li>
<li>Mentor Muniz Neto - VP de Criação da Bullet</li>
<li>Manoel Lemos - Sócio-Fundador da WebCo.</li>
<li>Ricardo Cavallini</li>
<li>Sergio Mugnaini - Diretor de Criação da Almap/BBDO </li>
<li>Cris Dias - Sócio-Diretor da Vilago </li>
<li>Ariel Alexandre - Diretor de Tecnologia do Videolog.tv </li>
<li>Marco Gomes - Criador do Boo-box </li>
<li>Fabio Seixas - Sócio-Fundador do Camiseteria.com </li>
<li>Luli Radfahrer - Professor-Doutor ECA/USP</li>
</ul>
<p>E o melhor é que de tão baixo o preço da inscrição parece brincadeira.</p>
<p>Será que o Twitter vai agüentar?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>As recentes mancadas da Apple</title>
		<link>http://www.egocheese.com/archives/2008/07/28/as-recentes-mancadas-da-apple/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 00:46:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Brian Barbutti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Apple]]></category>

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		<description><![CDATA[A Apple é pouco transparente, isso todo mundo já sabe. Alguns acham que faz parte da cultura da empresa ser assim e que ela nunca será diferente. Isso pode até ser verdade, mas outra coisa também é verdade. Enquanto a falta de transparência pode não ser notada enquanto a empresa está fazendo as coisas certas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Apple é pouco transparente, isso todo mundo já sabe. Alguns acham que faz parte da cultura da empresa ser assim e que ela nunca será diferente. Isso pode até ser verdade, mas outra coisa também é verdade. Enquanto a falta de transparência pode não ser notada enquanto a empresa está fazendo as coisas certas, o efeito é exatamente o contrário quando os problemas aparecem.</p>
<h3>MobileMe</h3>
<p>O MobileMe é a evolução do antigo serviço .Mac da Apple, que é a extensão da plataforma Mac para a Web. O antigo .Mac oferecia calendário, galeria de fotos/vídeos, conta de email, disco virtual entre outras vantagens e o MobileMe é a evolução de todos esses produtos. Além de uma interface completamente nova, moderna e (por que não dizer) sensual, talvez a maior premissa do MobileMe é a adição de um serviço de sincronismo push – discutido melhor à frente. A assinatura anual do serviço é US$ 99.</p>
<p>Como já era de se esperar, a Apple anunciou que todos os usuários do antigo .Mac seriam automatica e transparentemente transferidos ao MobileMe. A promessa era de que você nem iria perceber quando as alterações fossem feitas, mas na realidade não foi bem assim. Os dois primeiros dias do lançamento começaram mal, com o serviço entrando e saindo do ar constantemente, usuários que não conseguiam logar, contas de email que não funcionavam. Durante as duas primeiras semanas do serviço, a Apple não foi transparente e comunicou pouco a seus usuários o que realmente estava acontecendo e o que estava sendo feito para consertar os problemas &#8212; que iam desde problemas com a interface web, problemas na sincronização de informações até ao extremo de usuários que perderam todos os emails que estavam armazenados nos servidores da Apple.</p>
<p>Somente depois dos casos de horror e indignação muito propagar pela web é que a Apple decidiu fazer algo; primeiro deu 30 dias gratuitos a todos os usuários do serviço e depois começou um blog meia-boca com atualizações do andamento do re-estabelecimento do serviço. Enquanto eu escrevo esse post, existem apenas 2 posts no blog do MobileMe sendo que o primeiro é do dia 25 de Julho – o serviço foi lançado (e os problemas) começaram em 9 de Julho.</p>
<h3>Push?</h3>
<p>O jeito mais comum e antigo de sincronizar dados entre um servidor e cliente é o *fetch*, onde o cliente (seu programa de email, por exemplo) pergunta ao servidor se existe novas mensagens em sua conta em um intervalo pré-definido. O meu cliente de email, por exemplo, faz essa pergunta a cada 5 minutos às minhas contas de email. O outro modo mais moderninho – e difundido especialmente pelo Blackberry – é o *push*, que faz basicamente o contrário; ao invés do cliente ter que perguntar ao servidor se existe novas mensagens na caixa de entrada, o servidor é avisa instantaneamente o cliente quando essas novas mensagens chegam. Esse conceito também expande-se para os eventos do calendário e os contatos da agenda. A grande vantagem do modo push é manter diversos dispositivos constantemente sincronizados sem precisar se preocupar com essa sincronização, as coisas simplesmente funcionam; você envia uma mensagem pelo celular e ela automaticamente já está na caixa de itens enviados do seu desktop, ou então você adiciona um evento no calendário do seu desktop e seu celular automaticamente já está ciente do fato.</p>
<p>Na apresentação de lançamento do MobileMe a Apple fez questão de comunicar o serviço como sendo um serviço push, onde seu Mac ou PC estaria constantemente sincronizado com seu iPhone e com a interface web. Eles não fizeram nenhuma ressalva sobre ocasiões em que o serviço poderia não ser exatamente push, mas logo os usuários perceberam que as alterações feitas no desktop não eram propagadas automaticamente para a web e para o iPhone, existia um delay de até 15 minutos.</p>
<p>Assim que vários blogs começaram a falar sobre o <a href="http://www.tuaw.com/2008/07/15/mobileme-not-so-pushy/">push-que-não-é-tão-push-assim</a>, a Apple retirou a palavra &#8220;push&#8221; dos textos do MobileMe, além de soltar uma nota esclarecendo o fato e dizendo que eles estão &#8220;trabalhando duro para transformar toda a experiência em push&#8221;.</p>
<p>Enquanto isso pode parecer um pequeno detalhe, a Apple falhou em não ser transparente com o delay de 15 minutos; ela não exatamente mentiu ao usar o termo &#8220;push&#8221;, porém ela omitiu o fato do conceito não se estender ao desktop. Se ela tivesse esclarecido tudo desde o começo, a comunidade dificilmente teria falado sobre o assunto e aguardaria feliz uma atualização que levasse o conceito de push a todos os ângulos da plataforma.</p>
<h3>Os possíveis novos problemas de saúde de Steve Jobs</h3>
<p>A Apple também está vacilando com os rumores de um novo problema de saúde do Steve Jobs, mas o <a href="http://realdanlyons.com/blog/2008/07/27/pr-rule-1-people-who-are-telling-the-truth-about-themselves-do-not-insist-on-being-off-the-record/">Dan Lyons já falou o que precisava ser dito</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Sou corno-manso</title>
		<link>http://www.egocheese.com/archives/2008/07/24/sou-corno-manso/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 23:49:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Brian Barbutti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>

		<category><![CDATA[Videogame]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu sempre tive uma relação de ódio e apreensão com a Microsoft até o Xbox 360 aparecer. Além de uma comunicação cool – que é algo impressionante vindo da MS –, o console tem a melhor plataforma online (Xbox Live), os melhores jogos exclusivos (Gears of War, Halo 3) e ainda por cima foi lançado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sempre tive uma relação de ódio e apreensão com a Microsoft até o Xbox 360 aparecer. Além de uma comunicação cool – que é algo impressionante vindo da MS –, o console tem a melhor plataforma online (Xbox Live), os melhores jogos exclusivos (Gears of War, Halo 3) e ainda por cima foi lançado 1 ano antes do PlayStation 3. Com todo o hype, <a href="http://www.egocheese.com/archives/2007/06/04/xbox-360/">fui atrás do meu</a> no ano passado e não me arrependi. Cheguei até a ponderar em rodas de bar o que eu faria se tivesse que escolher entre meu Mac e meu Xbox.</p>
<div class="center">
<p><img src="http://www.egocheese.com/images/3rl.jpg" alt="Xbox 360 - Three Red Lights" class="screenshot" /></p>
</div>
<p>Mas, como nada é perfeito, há 2 meses atrás a Microsoft fez questão de me trazer de volta à realidade, me lembrar que o videogame chama-se <strong><em>Microsoft</em></strong> Xbox 360 e me deixar com um console queimado com menos de 1 ano de uso. <a href="http://flickr.com/photos/barbutti/2562902558/in/set-72157600309476194/">Lutei</a> para reviver o coitado com vários hacks diferentes, mas não teve jeito. Morreu de vez. </p>
<p>Todo meu ódio à Microsoft re-emergiu e fui obrigado a vender o que sobrou no MercadoLivre e comprar outro videogame. Não um PS3 e muito menos um Wii. Outro Xbox 360. Sinto-me como um corno-manso, que sabe que está sendo chifrado e aceita o fato, mas no final das contas, o que é bom nele é muito mais importante do que o que é ruim.</p>
<p>Portanto se você pretende comprar um Xbox 360 – ou se já tem um –, é bem provável que você vire um corno-manso em breve.</p>
<p>PS: <a href="http://www.perguntascretinas.com.br/2008/07/08/as-5-fases-psicologicas-de-um-corno-manso/">esse post</a> infame explica melhor as fases que passei.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Fotos: Brinquedos no Jardim</title>
		<link>http://www.egocheese.com/archives/2008/05/30/fotos-brinquedos-no-jardim/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 May 2008 15:57:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Brian Barbutti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Avulso]]></category>

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		<description><![CDATA[Ausente por excesso de tarefas da faculdade, nem tudo é perdido. Para o meu trabalho final de Fotografia 1, tirei algumas fotos com brinquedos da minha irmã espalhados pelo jardim de casa. Vejam aqui o álbum. 



]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ausente por excesso de tarefas da faculdade, nem tudo é perdido. Para o meu trabalho final de Fotografia 1, tirei algumas fotos com brinquedos da minha irmã espalhados pelo jardim de casa. <a href="http://www.egocheese.com/brinquedos-no-jardim/">Vejam aqui o álbum</a>. </p>
<div class="center">
<p><a href="http://www.egocheese.com/brinquedos-no-jardim/"><img src="http://www.egocheese.com/images/spongebob.jpg" alt="Bob Esponja" class="screenshot" /></a></p>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Case: eficácia na Entermotion</title>
		<link>http://www.egocheese.com/archives/2008/04/23/case-eficacia-na-entermotion/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 03:41:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Brian Barbutti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>

		<category><![CDATA[Software]]></category>

		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[O Gustavo Cardoso (@gustavocardoso) ficou impressionado quando mencionei no Twitter as 20 horas que levei no desenvolvimento do site Knork.net. 
Fiquei de escrever para ele um pequeno case sobre como tentamos ser rápidos e eficazes na Entermotion e ao invés de um e-mail, acabei ficando com um post nas mãos.


Além das áreas comuns sobre a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://gustavocardoso.com/">Gustavo Cardoso</a> (<a href="http://twitter.com/gustavocardoso">@gustavocardoso</a>) ficou impressionado quando mencionei no Twitter as 20 horas que levei no desenvolvimento do site <a href="http://www.knork.net/">Knork.net</a>. </p>
<p>Fiquei de escrever para ele um pequeno case sobre como tentamos ser rápidos e eficazes na <a href="http://www.entermotion.com/">Entermotion</a> e ao invés de um e-mail, acabei ficando com um post nas mãos.</p>
<p><span id="more-451"></span></p>
<hr />
<p>Além das áreas comuns sobre a empresa e sua missão, o site possui uma loja virtual completa e um localizador de lojas de varejo. Mas antes de começar, um esclarecimento sobre o que chamamos de deployment na Entermotion.</p>
<p><strong>Deployment</strong>: todo o processo que vem a partir do momento que o desenvolvedor recebe os mocks gráficos do designer/artista; ou seja: slicing de imagens, XHTML+CSS+JavaScript, planejamento e desenvolvimento server-side, instalação no servidor, etc.</p>
<h3>Não usamos Rails</h3>
<p>Usamos PHP ao invés de Rails. No passado, chegamos a discutir a possibilidade de mudar para Rails devido a todo o hype da linguagem, mas acabamos ficando com PHP; eu já tinha 4 anos de experiência com PHP e até obter esse tipo de fluidez com Rails, perderíamos bastante tempo. </p>
<p>Enquanto PHP é fácil de qualquer programador entender – já que é muito parecido com C – Rails é consideravelmente diferente. Toda a equipe teria que mudar de foco para que as coisas corressem suaves. Não nos pareceu viável na época e hoje eu vejo que fizemos a escolha certa.</p>
<p>Apesar de não ser programador de Rails, eu pesquisei bastante a linguagem e programei alguns testes para entende-la melhor. Percebi suas vantagens, mas achei que para as necessidades dos clientes da nossa empresa, poderíamos fazer algo mais simples, mais direto e mais versátil. </p>
<p>Decidimos então pegar os aspectos legais de Rails e transpor para uma framework própria (e simples) em PHP. O framework chama-se Haydn. Ele roda em algo inspirado em  MVC – porém menos restrito e bem mais flexível –, scaffolding e algo próximo de routes. Claro que também vem built in com suporte simples a ajax. Com ele podemos fazer coisas muito legais em muito pouco tempo.</p>
<h3>Pense módulos</h3>
<p>O Haydn foi pensado desde o começo para ser bastante modularizável. Depois de uns 15 meses de vida, apareceu a primeira real necessidade de criar um módulo de e-commerce. Nós o desenvolvemos pensando exatamente em abstrair ao máximo todos os aspectos do sistema de e-commerce para que pudéssemos reutiliza-lo em projetos futuros.</p>
<p>Caso não tivéssemos esse módulo, a loja do Knork.net levaria sozinha bem mais de 20 horas para ser desenvolvida. Porém o tempo de desenvolvimento da seção levou infinitamente menos que isso, uma vez que todo o trabalho pesado já havia sido feito anteriormente.</p>
<p>Sempre que surge algum cliente com uma necessidade que percebemos que pode ser transformada em módulo e utilizada no futuro por outros projetos, nós modularizamos. Temos módulos para criar calendários gráficos, álbuns de fotos e muitos outros, sempre prezando pela simplicidade de desenvolvimento. Como os módulos são desenvolvidos por nós mesmos, nós próprios somos os especialistas – e os hacks para Haydn aparecem sempre que necessários. Não precisamos ir atrás de suporte, fórum ou qualquer outra coisa; é só conversarmos entre nós (muitas vezes nem isso é necessário).</p>
<h3>Menos gente, menos overhead. E mais harmonia.</h3>
<p>Para o deployment de um site, nós sempre tentamos manter apenas um desenvolvedor por projeto. O <a href="http://www.jumpchart.com/">Jumpchart</a>, por exemplo, foi inteiramente desenvolvido por mim. Isso acaba com vários overheads: </p>
<ul>
<li>Controle de versão;</li>
<li>Alinhamento de idéias e approaches entre vários desenvolvedores e com o gerente de projetos;</li>
<li>Gerenciamento mais rígido sobre a delegação e acompanhamento de tarefas;</li>
<li>Etc.</li>
</ul>
<h3>Alterações com limites</h3>
<p>Manter limites em alterações dos clientes é primordial. Quem trabalha em agência sabe como clientes podem complicar o mais simples dos trabalhos com pedidos infinitos de alterações. Não escrevemos documentos extremamente formais de specs, mas sempre mantemos os projetos organizados e transparentes o bastante desde a fase do planejamento para evitar mal entendidos no futuro e, principalmente, poder cobrar por alterações que julgamos sem muito sentido ou aquelas que aparecem por falta de atenção do cliente durante o planejamento. Claro que sempre ponderamos se o trabalho despendido pela alteração vale o incômodo junto ao cliente.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Vídeos no Flickr</title>
		<link>http://www.egocheese.com/archives/2008/04/09/videos-no-flickr/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Apr 2008 13:40:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Brian Barbutti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Agora o Flickr suporta vídeos. Achei a integração dos vídeos perfeita dentro do site; com muita simplicidade, os vídeos funcionam exatamente como as fotos e o fato de um post ser um vídeo é só um detalhe. Dê uma olhada no álbum de fotos da festa de aniversário da minha irmã para entender (os vídeos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agora o Flickr suporta vídeos. Achei a integração dos vídeos perfeita dentro do site; com muita simplicidade, os vídeos funcionam exatamente como as fotos e o fato de um post ser um vídeo é só um detalhe. Dê uma olhada no álbum de fotos da <a href="http://flickr.com/photos/barbutti/sets/72157604423765178/">festa de aniversário da minha irmã</a> para entender (os vídeos são os últimos itens).</p>
<div class="center"><object type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" data="http://www.flickr.com/apps/video/stewart.swf?v=1.167" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000"><param name="flashvars" value="intl_lang=en-us&amp;photo_secret=5ae1ffdfa7&amp;photo_id=2400486626"></param><param name="movie" value="http://www.flickr.com/apps/video/stewart.swf?v=1.167"></param><param name="bgcolor" value="#000000"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/video/stewart.swf?v=1.167" bgcolor="#000000" allowfullscreen="true" flashvars="intl_lang=en-us&amp;photo_secret=5ae1ffdfa7&amp;photo_id=2400486626" height="300" width="400"></embed></object></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Desalinhamento</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 03:45:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Brian Barbutti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[A Arquitec é provavelmente a maior mais famosa escola de design e arte daqui de Campinas. Eles oferecem cursos de fotografia, design de interiores, animação 2D e 3D entre outros. 
Qual não foi a minha surpresa ao topar com o site deles hoje de manhã. A tipografia é baseada na maravilhosa e arrojada Arial, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://arquitec.com.br/">Arquitec</a> é provavelmente <del datetime="2008-04-04T03:18:36+00:00">a maior</del> mais famosa escola de design e arte daqui de Campinas. Eles oferecem cursos de fotografia, design de interiores, animação 2D e 3D entre outros. </p>
<p>Qual não foi a minha surpresa ao topar com o site deles hoje de manhã. A tipografia é baseada na maravilhosa e arrojada Arial, a qualidade das imagens é lastimável e o layout parece tirado direto do ano 2001. Enquanto a página de entrada diz &#8220;padrão, estilo, harmonia&#8221; eu penso &#8220;feio, antiquado, blasé&#8221;.</p>
<p>Por mais que eu já tenha ouvido sobre as qualidades da escola, o site me faz perder o interesse em fazer qualquer um dos curso oferecidos. Isso acontece pela total falta de alinhamento entre a proposta da marca – a melhor escola de <em>design</em> e artes de Campinas – e o ponto de contato com um potencial cliente.</p>
<p>Em um mundo com <strong>escassez de confiança e excesso de concorrência e informação</strong>, o alinhamento entre todos os aspectos da marca e da empresa é fundamental. O boca-a-boca funcionou – já que eu tinha uma excelente imagem sobre a Arquitec –, mas a minha interação com a marca foi bem abaixo das expectativas e acabou por desmoronar um possível relacionamento.</p>
<div class="center"><a href="http://www.arquitec.com.br"><img src="http://www.egocheese.com/images/arquitec2.jpg" alt="Site da Arquitec" class="screenshot" /></a></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>O caso de Veja</title>
		<link>http://www.egocheese.com/archives/2008/04/02/o-caso-de-veja/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 13:33:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Brian Barbutti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Assino embaixo de tudo que o Luís Nassif diz em sua página de ataque a veja. Eu já pensava isso da revista há muito tempo e discuti bastante com amigos a situação da ética da (suposta) publicação de maior influência no Brasil. 
A coletânea de informações e argumentos que o Nassif fez é imperdível. Eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assino embaixo de tudo que o Luís Nassif <a href="http://luis.nassif.googlepages.com/">diz</a> em sua <a href="http://luis.nassif.googlepages.com/">página</a> <a href="http://luis.nassif.googlepages.com/">de</a> <a href="http://luis.nassif.googlepages.com/">ataque</a> <a href="http://luis.nassif.googlepages.com/">a</a> <a href="http://luis.nassif.googlepages.com/">veja</a>. Eu já pensava isso da revista há muito tempo e discuti bastante com amigos a situação da ética da (suposta) <a href="http://luis.nassif.googlepages.com/">publicação</a> de maior <a href="http://luis.nassif.googlepages.com/">influência no Brasil</a>. </p>
<p>A coletânea de informações e argumentos que o Nassif fez é imperdível. Eu nunca tinha pensado na relação com os <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Neocon">neocons</a>, mas realmente a luva encaixa-se perfeitamente.</p>
<blockquote><p>O maior fenômeno de anti-jornalismo dos últimos anos foi o que ocorreu com a revista Veja. Gradativamente, o maior semanário brasileiro foi se transformando em um pasquim sem compromisso com o jornalismo, recorrendo a ataques desqualificadores contra quem atravessasse seu caminho, envolvendo-se em guerras comerciais e aceitando que suas páginas e sites abrigassem matérias e colunas do mais puro esgoto jornalístico.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Durante todos os anos 90, Veja havia desenvolvido um estilo jornalístico onde campeavam alusões a defeitos físicos, agressões e manipulação de declarações de fonte. Quando o estilo “neocon” ganhou espaço nos EUA, não foi difícil à revista radicalizar seu próprio estilo.</p>
<p>Um segundo fenômeno desse período foi a identificação de uma profunda antipatia da chamada classe média mídiatica em relação ao governo Lula, fruto dos escândalos do “mensalão”, do deslumbramento inicial dos petistas que ascenderam ao poder, agravado por um forte preconceito de classe. Esse sentimento combinava com a catarse proporcionada pelo estilo “neocon”. Outros colunistas utilizaram com talento – como Arnaldo Jabor -, nenhum com a fúria grosseira com que Veja enveredou pelos novos caminhos jornalísticos.</p></blockquote>
<p>Falando nisso, eu estou seriamente cansado do preconceito de classes no Brasil…</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Uma história interessante sobre formação de preço</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 04:28:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Brian Barbutti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

		<category><![CDATA[Videogame]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje na aula de finanças fiquei pensando no exemplo da indústria de videogame – mais especificamente na última geração de consoles (Microsoft Xbox 360, Nintendo Wii e Sony PlayStation 3). Eles oferecem um overview bastante rico sobre a ciência da formação de preço, como ela é importante no sucesso de produtos e como o mercado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje na aula de finanças fiquei pensando no exemplo da indústria de videogame – mais especificamente na última geração de consoles (Microsoft Xbox 360, Nintendo Wii e Sony PlayStation 3). Eles oferecem um overview bastante rico sobre a ciência da formação de preço, como ela é importante no sucesso de produtos e como o mercado reage de maneiras diferentes a preços diferentes.</p>
<p>Farei uma análise desse cenário abaixo de forma simplificada, facilmente entendível por quem não sabe nada da indústria de videogame. Alguns aspectos não relacionados exatamente a preço foram deixados de lado para o melhor entendimento dos conceitos e acontecimentos. Qualquer coisa nos esclarecemos nos comentários!</p>
<p>Para começar, vamos dar uma olhada resumida na evolução dos preços dos três consoles (dados dos Estados Unidos). Mas antes, um pequeno aviso:</p>
<table class="comparativeTable">
<thead>
<tr>
<td></td>
<td>Xbox 360</td>
<td>PlayStation 3</td>
<td>Wii</td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Preços de lançamento</strong></td>
<td>US$ 299 e US$ 399</td>
<td>US$ 499 e US$ 599</td>
<td>US$ 249</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Preços atuais</strong></td>
<td>US$ 279 e US$ 349</td>
<td>US$ 399</td>
<td>US$ 249</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>Nem sempre os custos são menores que o preço de venda</h3>
<p>O básico de finanças diz que o mínimo que seu recém-formado preço deve ser é maior que os custos de produção. Afinal, como você pode vender por R$ 10 um produto que custa R$ 15 para produzir? Bom, na indústria de games isso acontece e é bastante comum. As empresas subsidiam os consoles para mais tarde compensar em ganho de escala e na venda de jogos e acessórios. </p>
<p>No lançamento do Xbox 360, por exemplo a versão que era vendida a US$ 399 tinha suas peças custando <a href="http://www.theregister.co.uk/2005/11/24/xbox360_component_breakdown/">US$ 525 à Microsoft</a> – isso sem somar os custos de embalagem, despacho e da produção propriamente dita. </p>
<p>O caso do PlayStation 3 é ainda mais impressionante. Como a Sony desenvolveu seu processador do zero e ainda investiu pesado na aposta de acoplar o Blu-Ray ao console, o custo de produção inicial do modelo de US$ 499 era de <a href="http://ps3.ign.com/articles/746/746482p1.html">US$ 805</a>. São mais de US$ 300 dólares de prejuízo direto <strong>por unidade</strong> vendida.</p>
<p>Em ambos os casos, nenhum dos cálculos leva em consideração as despesas com marketing, que são estratosféricas e normalmente próximas dos próprios custos de produção.</p>
<p>Já o caso do Nintedo Wii é totalmente oposto. Por não utilizar nenhuma evolução tecnológica onerosa – principalmente no aspecto gráfico e de capacidade de processamento –, o console custava na época do lançamento ridículos <a href="http://www.reghardware.co.uk/2006/12/18/nintendo_wii_profit_on_production/">US$ 160 para produzir</a>. A aposta da Nintendo foi em atingir diferentes públicos dos típicos viciados em videogame com seu preço.</p>
<p>Esse cenário nos ensina bastante sobre vantagem competitiva no custo de produção e no preço de venda; enquanto a Microsoft e a Sony subsidiavam seus produtos e conseqüentemente perdiam muitos dólares a cada unidade vendida, a Nintendo começou a briga já lucrando por cada unidade (ainda temos os ganhos em jogos e acessórios na conta).</p>
<h3>Um muito caro, já o outro…</h3>
<p>O preço de um produto está diretamente ligado ao valor que o mercado percebe no mesmo. Uma Ferrari não custa milhões só porque ela é o que há de mais avançado em tecnologia automotiva; grande parte do seu preço é decorrente do valor percebido pelo mercado em uma Ferrari – as associações de marca, de status e de auto-realização.</p>
<p>O lançamento do PS3 foi bastante aquém do que a Sony e os fãs do PlayStation esperavam exatamente pelo preço alto do produto – OK, esse não foi o único motivo das vendas relativamente baixas, mas isso já é outro post. Depois que os early adopters fizeram fila nos primeiros dias do lançamento, o resto do mercado não estava disposto a pagar US$ 499 (US$ 599) por um console – especialmente quando o concorrente Xbox 360 estava logo ao lado por US$ 299 (US$ 399); a Microsoft nem precisou se esforçar a reduzir seu preço naquela época, dada a dilatação do preço do PS3. </p>
<p>A Sony tinha clara consciência da situação e exatamente por isso impôs uma redução de preços alguns meses após o lançamento – desfrutando de um aumento significativo em suas vendas. Nas comparações mês-a-mês, há algum tempo o PS3 vende mais que o Xbox 360 (nos Estados Unidos). </p>
<p>O oposto nessa história é novamente o Nintendo Wii. Por ser o mais barato dos três – e também por ter a bonita tecnologia de captura de movimentos –, o Wii foi e ainda é um gigantesco sucesso de vendas. Para se ter uma idéia, até hoje ainda é difícil encontrar unidades do console à venda em lojas nos Estados Unidos – 1 ano e meio após o lançamento (tente procurar na Amazon e veja você mesmo). Segundo a Nintendo, <strong>eles simplesmente não conseguem produzir a quantidade que o mercado demanda</strong>. Pela demanda extremamente aquecida, a Nintendo até agora não precisou reduzir o preço de seu Wii, e pode apostar que ele custa bem menos que US$ 160 para ser produzido hoje em dia.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Entrevista com Jobs na Fortune</title>
		<link>http://www.egocheese.com/archives/2008/03/06/entrevista-com-jobs-na-fortune/</link>
		<comments>http://www.egocheese.com/archives/2008/03/06/entrevista-com-jobs-na-fortune/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2008 12:56:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Brian Barbutti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Apple]]></category>

		<category><![CDATA[Genial]]></category>

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		<description><![CDATA[O Steve Jobs deu uma entrevista para a última edição da Fortune e ela pode ser encontrada aqui. Fantástico. Minha versão resumida e com comentários segue.

Sobre a utilidade de pesquisa de marketing, discussões em grupo e afins. É o ponto que eu sempre fiz nas minhas aulas de pesquisa na faculdade; é útil para alguns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Steve Jobs deu uma entrevista para a última edição da Fortune e ela pode ser encontrada <a href="http://money.cnn.com/galleries/2008/fortune/0803/gallery.jobsqna.fortune/">aqui</a>. Fantástico. Minha versão resumida e com comentários segue.</p>
<hr />
<p>Sobre a utilidade de pesquisa de marketing, discussões em grupo e afins. É o ponto que eu sempre fiz nas minhas aulas de pesquisa na faculdade; é útil para alguns poucos casos, mas grande parte das escolhas é instinto, lógica e raciocínio. Pesquisa é uma ferramenta absurdamente sobrestimada.</p>
<blockquote><p>It&#8217;s not about pop culture, and it&#8217;s not about fooling people, and it&#8217;s not about convincing people that they want something they don&#8217;t. We figure out what we want. And I think we&#8217;re pretty good at having the right discipline to think through whether a lot of other people are going to want it, too. That&#8217;s what we get paid to do.</p>
<p>So you can&#8217;t go out and ask people, you know, what the next big [thing.] There&#8217;s a great quote by Henry Ford, right? He said, &#8216;If I&#8217;d have asked my customers what they wanted, they would have told me &#8220;A faster horse.&#8221; &#8216;</p>
<p>We do no market research. We don&#8217;t hire consultants. The only consultants I&#8217;ve ever hired in my 10 years is one firm to analyze Gateway&#8217;s retail strategy so I would not make some of the same mistakes they made [when launching Apple's retail stores]. But we never hire consultants, per se. We just want to make great products.
</p></blockquote>
<hr />
<p>Sobre foco. É um dos motivos porque a Apple tem tantos seguidores&#8230; quando ela lança um produto, você já sabe de todo o processo que ele passou até chegar na loja e sabe que ele é bom. Vai tentar acompanhar os lançamentos da Sony, da HP ou da Dell. Esquece, você fica louco. </p>
<p>Indiretamente, o ponto cai no <a href="http://www.egocheese.com/archives/2005/11/27/o-problema-com-extensoes-de-linha/">paradoxo das extensões de linha</a> e de produto que eu falei em 2005 (!!). </p>
<blockquote><p>Apple is a $30 billion company, yet we&#8217;ve got less than 30 major products. I don&#8217;t know if that&#8217;s ever been done before. Certainly the great consumer electronics companies of the past had thousands of products. We tend to focus much more. People think focus means saying yes to the thing you&#8217;ve got to focus on. But that&#8217;s not what it means at all. It means saying no to the hundred other good ideas that there are. You have to pick carefully.</p></blockquote>
<hr />
<p>Sobre a luta pela perfeição (e indiretamente sobre como deve ser tenso trabalhar na Apple).</p>
<blockquote><p>Well, you know what? It&#8217;s been that way with [almost] every major project at Apple, too&#8230;. Take the iPhone. We had a different enclosure design for this iPhone until way too close to the introduction to ever change it. And I came in one Monday morning, I said, &#8216;I just don&#8217;t love this. I can&#8217;t convince myself to fall in love with this. And this is the most important product we&#8217;ve ever done.&#8217;</p>
<p>And we pushed the reset button. We went through all of the zillions of models we&#8217;d made and ideas we&#8217;d had. And we ended up creating what you see here as the iPhone, which is dramatically better. It was hell because we had to go to the team and say, &#8216;All this work you&#8217;ve [done] for the last year, we&#8217;re going to have to throw it away and start over, and we&#8217;re going to have to work twice as hard now because we don&#8217;t have enough time.&#8217; And you know what everybody said? &#8216;Sign us up.&#8217;</p></blockquote>
<hr />
<p>Para quem ainda tem dúvida do motivo de um Mac ser anos-luz à frente de um PC rodando Windows.</p>
<blockquote><p>That allows us to innovate at a much faster rate than if we had to wait for Microsoft, like Dell and HP and everybody else does. Because Microsoft has their own timetable, for probably good reasons. I mean Vista took what &#8212; seven or eight years? It&#8217;s hard to get your new feature that you need for your new hardware if it has to wait eight years. So we can set our own priorities and look at things in a more holistic way from the point of view of the customer.</p></blockquote>
<hr />
<p>Para fechar, sobre a grande sacada da Apple Store (por sinal, cadê a de São Paulo!?). Eles não acham que querem um Mac&#8230;</p>
<blockquote><p>It was very simple. The Mac faithful will drive to a destination, right? They&#8217;ll drive somewhere special just to do that. But people who own Windows - we want to convert them to Mac. They will not drive somewhere special. They don&#8217;t think they want a Mac. They will not take the risk of a 20-minute drive in case they don&#8217;t like it.</p>
<p>But if we put our store in a mall or on a street that they&#8217;re walking by, and we reduce that risk from a 20-minute drive to 20 footsteps, then they&#8217;re more likely to go in because there&#8217;s really no risk. So we decided to put our stores in high-traffic locations. And it works.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.egocheese.com/archives/2008/03/06/entrevista-com-jobs-na-fortune/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Boo-box e Ikwa na Globo News</title>
		<link>http://www.egocheese.com/archives/2008/03/06/boo-box-e-ikwa-na-globo-news/</link>
		<comments>http://www.egocheese.com/archives/2008/03/06/boo-box-e-ikwa-na-globo-news/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2008 12:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Brian Barbutti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Para quem ainda não viu, o Boo-box e o Ikwa foram protagonistas de uma matéria do programa Mundo S/A da Globo News. Com direito até ao Marco Gomes falando sobre sua preferência por trabalhar descalço – pessoalmente, eu prefiro trabalhar de tênis. 



]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem ainda não viu, o <a href="http://boo-box.com/">Boo-box</a> e o <a href="http://ikwa.com.br/">Ikwa</a> foram protagonistas de uma matéria do programa Mundo S/A da Globo News. Com direito até ao <a href="http://marcogomes.com/">Marco Gomes</a> falando sobre sua preferência por trabalhar descalço – pessoalmente, eu prefiro trabalhar de tênis. </p>
<div class="center">
<object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3DaKDvTb0iI"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/3DaKDvTb0iI" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object>
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		<title>O ruído da blogosfera</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Feb 2008 12:53:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Brian Barbutti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Clipping]]></category>

		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Excelentes reflexões do Michel Lent sobre o ruído do excesso de informação na web atual.
Entendi que no debate “J x B” [jornalistas x blogueiros] do Campus Party, a discussão era exatamente essa. O que estava sendo discutido no fundo não eram modelos de trabalho, formatos ou plataformas. A discussão ali se resumia a como conseguir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.viuisso.com.br/2008/02/15/quando-a-blogosfera-vira-ruido-e-a-tinta-vira-marrom-ou-rapidas-reflexoes-sobre-o-campus-party/">Excelentes reflexões do Michel Lent</a> sobre o ruído do excesso de informação na web atual.</p>
<blockquote><p>Entendi que no debate “J x B” [jornalistas x blogueiros] do Campus Party, a discussão era exatamente essa. O que estava sendo discutido no fundo não eram modelos de trabalho, formatos ou plataformas. A discussão ali se resumia a como conseguir falar ainda mais alto e ser ouvido (veículos tradicionais que ainda falam pra muita gente x blogueiros em busca de mais espaço e importância). E daí entendi que era esse mesmo o motivo da minha falta de disposição para escrever ou produzir ainda mais conteúdo para jogar no mundo. Como ser escutado se há tanto barulho? Como fazer para ser azul e não virar marrom na hora em que todas as tintas se misturam… <a href="http://www.viuisso.com.br/2008/02/15/quando-a-blogosfera-vira-ruido-e-a-tinta-vira-marrom-ou-rapidas-reflexoes-sobre-o-campus-party/">#</a></p></blockquote>
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		<title>Aperture 2</title>
		<link>http://www.egocheese.com/archives/2008/02/12/aperture-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Feb 2008 02:11:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Brian Barbutti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Apple]]></category>

		<category><![CDATA[Design]]></category>

		<category><![CDATA[Genial]]></category>

		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje a Apple lançou a segunda versão do Aperture, programa direcionado para fotógrafos profissionais e entusiastas (concorrente direto do Adobe Lightroom). Já passei um tempo usando o trial e até agora o que vi é digno de um produto Apple – muito bem acabado, interface objetiva e muito bem finalizada, etc. O novo preço de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje a Apple lançou a segunda versão do <a href="http://www.apple.com/aperture/">Aperture</a>, programa direcionado para fotógrafos profissionais e entusiastas (concorrente direto do <a href="http://www.adobe.com/products/photoshoplightroom/">Adobe Lightroom</a>). Já passei um tempo usando <a href="http://www.apple.com/aperture/trial/">o trial</a> e até agora o que vi é digno de um produto Apple – muito bem acabado, interface objetiva e muito bem finalizada, etc. O novo preço de U$ 199 é no mínimo atraente.</p>
<p>Mas o objetivo desse post não é falar do Aperture 2 em si, mas sim do site que a Apple publicou para o produto, mais especificamente <a href="http://www.apple.com/aperture/tutorials/">a página de tutoriais</a>. Ela possui dezenas de vídeo-tutoriais que demonstram de maneira simples e objetiva como utilizar as principais funções do programa e é útil tanto para usuários iniciantes como para quem já é experiente e quer descobrir mais sobre as novas features. Conforme o usuário assiste aos vídeos, o site deixa marcado quais tutoriais já foram vistos, uma maneira de incentivar a exploração dos vídeos e uma ajuda para situar os visitantes. Simples, bem pensado e muito útil, transpirando o espírito Apple de ser.</p>
<div class="center"><a href="http://www.egocheese.com/images/aperture-full.png"><img src="http://www.egocheese.com/images/aperture-tn.png" alt="Aperture 2 Tutorials" class="screenshot" /></a></div>
<p>Apesar de eu nunca ter ido a uma Apple Store, imagino que o site transmite exatamente a experiência de conversar alguém do Genius Bar (comunicação integrada, etc.).</p>
<p>Chega até a ser um pouco constrangedor comparar com <a href="http://www.adobe.com/products/photoshoplightroom/">o site que a Adobe fez para o Lightroom</a>…</p>
<p>PS: enquanto isso a Microsoft precisa de uma <a href="http://windowshelp.microsoft.com/Windows/en-US/help/2e680b8d-211e-41c5-a0bf-9ccc6d7e62a21033.mspx">página de ajuda abrir a embalagem do Windows Vista</a>.</p>
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		<title>Amazon MP3 internacional</title>
		<link>http://www.egocheese.com/archives/2008/01/28/amazon-mp3-internacional/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 11:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Brian Barbutti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Reclamei da Amazon MP3 Store e agora parece que eles vão começar a vender para fora dos Estados Unidos, como esse press release diz (notem que os primeiros dois parágrafos falam exatamente a mesma coisa enquanto que o terceiro e o quarto são bastante próximos da inutilidade).
De qualquer jeito, ainda não dá pra ficar animado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.egocheese.com/archives/2008/01/05/comprar-musica-online-e-dificil…/">Reclamei da Amazon MP3 Store</a> e agora parece que eles vão começar a vender para fora dos Estados Unidos, como <a href="http://phx.corporate-ir.net/phoenix.zhtml?c=176060&#038;p=irol-newsArticle&#038;ID=1100346&#038;highlight=">esse press release</a> diz (notem que os primeiros dois parágrafos falam exatamente a mesma coisa enquanto que o terceiro e o quarto são bastante próximos da inutilidade).</p>
<p>De qualquer jeito, ainda não dá pra ficar animado depois dessa frase que fecha o release:</p>
<blockquote><p>The company is not disclosing a specific launch timeline for <strong>individual Amazon international websites</strong>.</p></blockquote>
<p>Notando a parte grifada acima, parece que a Amazon vai lançar individualmente a MP3 Store em cada país ao invés de permitir a compra pelo site americano. Alguém além de mim acha difícil a loja chegar ao Brasil?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Falando nisso</title>
		<link>http://www.egocheese.com/archives/2008/01/05/falando-nisso-2/</link>
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		<pubDate>Sun, 06 Jan 2008 01:02:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Brian Barbutti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Avulso]]></category>

		<category><![CDATA[Humor]]></category>

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		<description><![CDATA[Já que estamos falando em pirataria…

Da genial série inglesa The IT Crowd.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já que estamos falando em pirataria…</p>
<div class="center"><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Gje7g3yvmRY&#038;rel=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Gje7g3yvmRY&#038;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></div>
<p>Da genial série inglesa <a href="http://www.channel4.com/entertainment/tv/microsites/I/itcrowd/">The IT Crowd</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Comprar música online é difícil…</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jan 2008 22:10:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Brian Barbutti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você mora no Brasil, com certeza já percebeu que aqui a pirataria come solta. Se é digital, sempre há uma alternativa mais barata do que comprar o original – e por mais barata eu quero dizer R$ 0 ou algo próximo a isso. Depois do fenômeno do pirata de Tropa de Elite, até minha avó [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você mora no Brasil, com certeza já percebeu que aqui a pirataria come solta. Se é digital, sempre há uma alternativa mais barata do que comprar o original – e por mais barata eu quero dizer R$ 0 ou algo próximo a isso. Depois do fenômeno do pirata de Tropa de Elite, até minha avó sabe que dá pra baixar qualquer coisa de graça na internet (ou pagar R$5 no camelô); esse fenômeno também mostrou que ninguém vê muito problema com o tema.</p>
<p>Pessoalmente eu não gosto de pirataria e, apesar dela ser tão permeada e até inerente à vida moderna, tento evitar ao máximo. Vou ao cinema, alugo/compro DVDs, meu Xbox 360 não é desbloqueado e no meu Mac não existe nenhum programa com licença irregular.</p>
<p>Porém o meu problema está na indústria fonográfica. Sempre que eu tento, me irrito e desisto. Quando o Uol lançou a <a href="http://megastore.uol.com.br/">Megastore</a>, fiquei animado que finalmente poderia poder comprar música online legalmente no Brasil. Até eu descobrir que ela vende os arquivos em WMA cheios de DRM e que portanto não funcionam no iPod e nem no Mac. Olhando na página de ajuda deles, existe essa <a href="http://megastore.uol.com.br/faq.html#f11">cômica dica</a> para colocar as compras nos aparelhos da Apple:</p>
<blockquote><p>Se você possui um iPod, você também pode ouvir as músicas compradas no UOL Megastore em seu aparelho. Para isso, escolha as músicas que você deseja ouvir e grave-as em um CD de áudio.</p>
<p>Depois, utilize o iTunes para converter as músicas gravadas em um formato compatível com o iPod e colocá-las em seu aparelho.</p></blockquote>
<p>Percebam a simplicidade e comodidade do processo: eu pago R$ 2,49 por uma música, gravo-a em um CD de áudio – sendo que para isso eu preciso do Windows –, importo o CD para o iTunes e daí sim coloco no iPod.</p>
<p>Risquei a Megastore da lista e desisti.</p>
<p>Daí veio a <a href="http://www.amazon.com/MP3-Music-Download/b?ie=UTF8&#038;node=163856011">Amazon MP3 Store</a>, que chegou para brigar com a iTunes Music Store nos Estados Unidos, vendendo arquivos MP3 sem DRM e a 256kbps. Decidi experimentar logo no lançamento e a experiência foi ótima. US$ 8,99 no cartão internacional por cada álbum, arquivos de altíssima qualidade e velocidade de downloads impressionante. No primeiro mês comprei uns 4 álbuns e estava feliz por poder finalmente comprar músicas legalmente (e sem DRM). A felicidade não durou muito. No segundo mês de vida, a Amazon MP3 Store começou a fazer restrição por região geográfica para que somente quem more nos Estados Unidos compre os downloads. </p>
<p>Foi obrigado a desistir da Amazon MP3 Store.</p>
<p>Sou fã de música eletrônica e a <a href="http://www.beatport.com/">Beatport</a> é uma ótima loja online que tem os principais artistas das principais cenas mundiais. Apesar da interface ser construída totalmente em Flash, os arquivos são MP3 sem DRM e ainda com 320kbps de qualidade (também dá para baixar WAV se você for DJ ou algo do tipo). Mas de uns dois meses para cá, comecei a receber <a href="http://flickr.com/photo_zoom.gne?id=2166863668&#038;size=o">maravilhosas mensagens de restrição geográfica</a> para algumas músicas que tento comprar. </p>
<p>Ainda não desisti da Beatport, mas estou ficando irritado/decepcionado. Entendo que não é a loja que exige as restrições, mas para a gravadora qual é a diferença de onde vem o dinheiro? Nesse mundo tão conectado e globalizado, não há nada mais século-passado que isso.</p>
<p>Por favor, vocês me avisam quando a indústria fonográfica cair na real e evoluir?</p>
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