Sobre Ego Marketing
Fabio Seixas e Fabio Cipriani andam discutindo Ego Marketing e eu gostaria de fazer alguns comentários.
Acredito que as pessoas que consomem os produtos para alimentar o ego não buscam aceitação na sociedade, mas sim no grupo em que freqüentam/vivem. Também citando o iPod, muita gente não quer e não dá a mínima para que tem um. A aceitação do dono perante essas pessoas não se altera de nenhuma maneira. Porém dentro de seu grupo, que valoriza as mesmas coisas e possuem uma mesma visão de mundo, a aceitação propiciada por um iPod é muito alta. Acho esse conceito muito importante.
O produto, portanto, serve como um catalisador dos sentimentos de popularidade e aceitação. Num mundo commoditizado, vender ego é fazer com que o produto deixe de ser uma commodity, deixe de ser mais um na multidão.
Uma estratégia que acho interessante para criar buzz e agregar valor de ego ao produto é produzir a escassez de produto. Google Gulp é um hoax, porém a idéia é mercadologicamente de sua distribuição é muito boa. Imaginem uma bebida que só pode ser consumida por quem tem um “convite”. Você tem que ter uma tampinha especial para poder comprar a garrafa. Se nenhum de seus amigos tem uma credencial dessas para te dar, você ainda não é legal o bastante, não é aceito o bastante. Exclusividade faz bem para o ego.
Este artigo foi postado 37 meses e 19 semanas atrás, no dia 22/10/2005 às 16:32 em Marketing. Você pode deixar um comentário ou fazer um trackback de seu site.






Fabio Seixas, versão txt disse há 37 meses e 19 semanas:
Evoluindo a discussão sobre Ego-Marketing
Brian Barbutti fez uma observação muito interessante sobre o conceito de Ego-Marketing exposto no Versão txt a algum tempo atrás. Ele mostra que pessoas que consomem um produto para valorizar seu ego perante a sociedade estão na verdade fazendo is…