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egoCheese é o projeto pessoal de Brian Barbutti, estudante de marketing e developer da Entermotion. Aqui você encontra artigos e idéias sobre web, marketing, design, propaganda e tecnologia. Sinta-se em casa!

Tecladista do Oasis. Estilo.Sábado eu fui no show do Oasis em São Paulo e saí decepcionado e irritado com o que deveria ser uma noite divertida ouvindo um rock dos bons, e baladinhas clássicas. Não foi o típico mau humor dos irmãos Gallagher que causou tudo isso, mas sim uma péssima organização que faltou com respeito tanto com quem pagou caro para estar na Arena Anhembi, como também com a banda de abertura Cachorro Grande.

O sistema de som do evento estava horrível. Muito baixo e mal balanceado, ele falhou completamente durante uma das músicas da banda de abertura, deixando os caras tocando para ninguém ouvir durante 3 ou 4 minutos. O volume das guitarras e do vocal eram fracos, e em momentos as guitarras era inaudíveis.

Eu esperava que a qualidade e altura fossem aumentar assim que o Oasis aparecesse, mas fiquei sonhando. Pra se ter uma noção de quão baixo o som estava, eu e meus amigos conversávamos calmamente, sem gritar, como se estivéssemos num bar sem música ao vivo – sim, porque em bar com música ao vivo o som é bem melhor e dificulta conversinhas paralelas.

O que me impressionou mais foi a avaliação do UOL Música, que teve colhões pra dizer o seguinte:

Vale destacar a excelente qualidade de som, que contribuiu particularmente para a apreciação dos arranjos mais complexos do novo álbum.

Ahn!?!? Excelente qualidade de som? Apreciação dos arranjos complexos? De quatro alternativas, uma: (1) o Oasis fez uma apresentação especial para a imprensa, (2) o jornalista estava muito bêbado, (3) o jornalista estava em cima do palco, (4) o jornalista nem foi no show. Ah, nunca podemos descartar a possibilidade adicional da matéria ter sido paga pela organização também, né.

Já fui em vários shows na Arena Anhembi e esse com certeza esse foi o pior de todos. Aliás, não só entre os shows da Arena, mas de todos os shows que eu já fui. Show de rock com som ambiente é como cerveja sem álcool, ou churrasco sem carne, ou qualquer outra analogia mambembe dessas.

Com os 3 ingressos de meia entrada que eu comprei, mais o estacionamento, mais a gasolina e os pedágios, foram R$ 600. 600 reais para ter um experiência horrível, e só ganhar stress.

Mais uma vez, o mercado de serviços do Brasil mostra que está muito preocupado com seus clientes…

PS: eu fui no show do Oasis em 2006 e tudo que eu tive a dizer foi isso.

Esse é meu último ano na faculdade e, portanto, ano de TCC. O estudo da minha equipe é a Overplay, desenvolvedora de jogos de videogame daqui de Campinas, onde trabalhei por alguns anos até 2006.

Já que está difícil encontrar tempo para escrever pro blog, decidi começar a postar alguns pedaços do TCC por aqui; não publicarei nada relacionado especificamente à empresa por motivos de sigilo e etc., portanto esperem somente assuntos gerais sobre o mercado.

Espero poder informar o pessoal que não seja totalmente familiarizado com a indústria, assim como quem quer que se interesse pelo mercado de games, que é realmente fascinante.

Baixe aqui uma análise do mercado de games. É a primeira versão, que pode (e deve) ser muito alterada ainda.

Participação geográfica do mercado de games mundial

Alinhamento entre você e as coisas que você faz é a chave para uma vida tranqüila e feliz. Eu criei esse blog porque queria expor meus pensamentos; ele alinha o que eu penso com o que algumas pessoas querem ouvir. Trabalho em uma empresa que é pequena, focada e dá liberdade para todos criarem e serem pró-ativos; a visão da empresa é alinhada com o que eu entendo que uma boa e moderna empresa deve ser, por isso trabalho com orgulho.

Eu torço para a Ponte Preta porque ser o cara pequeno, azarão e determinado se alinha à minha visão das coisas. Já para a Seleção Brasileira eu não consigo torcer porque a minha visão de um atleta não está alinhada à visão de Ronaldinho, Robinho e do Adriano, e a minha visão de uma confederação de futebol está bem longe do que a CBF representa.

Muitos dos meus amigos reclamam incessantemente das empresas onde trabalham, dos chefes, dos colegas, dos sócios e de tudo o que imaginar. O problema não está na empresa, e na verdade o problema não está em nenhum dos lados. O fato é que a empresa tem uma visão de mundo, e meus amigos tem outra.

Quando as coisas não se alinham, não adianta forçar. Dizendo assim parece óbvio, mas é algo importante que é muitas vezes negligenciada. Quando você ficar bravo ou insatisfeito com alguma coisa, pense nisso. A vida é muito curta pra ficar dando murro em ponta de faca.

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